
- 27 de outubro de 2025
- Segurança Digital
Ataques cibernéticos já deixaram de ser exceções e passaram a representar uma ameaça constante ao funcionamento das empresas, seja das startups até as grandes corporações.
Os prejuízos vão muito além da perda de dados. Envolvem também a paralisação de operações, danos à reputação e multas milionárias.
É nesse contexto que o seguro cibernético ganha protagonismo como um instrumento estratégico de continuidade de negócios.
Cada setor, porém, enfrenta vulnerabilidades próprias — da saúde ao e-commerce, da indústria ao setor jurídico.
Entender essas diferenças é o primeiro passo para estruturar uma proteção eficaz e personalizada.
Descubra como o seguro cibernético se adapta à realidade do seu setor.
O que é o seguro cibernético e por que ele se tornou essencial?
O seguro cibernético (ou seguro cyber) transfere o impacto financeiro e operacional de incidentes digitais para a seguradora via apólice. Ele é essencial porque ataques se tornaram frequentes, caros e imprevisíveis.
Coberturas mais comuns:
- Responsabilidade civil: defesa jurídica, acordos e multas regulatórias (incluindo LGPD).
- Interrupção de negócios: perda de lucro e despesas extras durante a paralisação.
- Extorsão cibernética: apoio em ransomware, incluindo a negociação
- Perícia forense: cobre os gastos de se investigar as origens do ataque cibernético.
- Resposta a incidentes: contenção, restauração e gestão de crise.
- Roubo de dados: notificação, monitoramento de crédito e comunicação a afetados.
Esses incidentes cresceram e ampliaram o risco legal e reputacional. A LGPD prevê multas que podem chegar a R$ 50 milhões por infração. Uma hora de sistema parado custa caro e corrói confiança.
Sua empresa suportaria um vazamento somado a dias de inatividade?
A apólice integra toda a estratégia de gestão de riscos e a continuidade de negócios. Ela financia a resposta imediata, sustenta RTO/RPO, e reduz volatilidade de caixa em crises. O resultado é resiliência mensurável e governança sólida.
Empresas de setores críticos já consideram o seguro cibernético um componente indispensável da governança digital.
A importância do seguro cibernético vem crescendo a ponto de entrar na pauta regulatória nacional.
O Banco Central do Brasil, por exemplo, já determinou a obrigatoriedade da contratação de seguro cyber para instituições financeiras e prestadores de serviços de tecnologia da informação para empresas que prestam serviços-chave de IT.
A proposta visa garantir que incidentes de segurança não gerem riscos sistêmicos para o mercado e que as empresas disponham de mecanismos financeiros de resposta.
Esse movimento reforça que o seguro cibernético deixou de ser apenas uma medida preventiva e se tornou parte fundamental da governança digital e da resiliência operacional corporativa.
Como o seguro cibernético funciona na prática?
Mais do que uma apólice, o seguro cibernético funciona como um plano de resposta estruturado.
Quando ocorre um ataque, a prioridade é conter o dano, restaurar os sistemas e garantir a continuidade operacional com o menor impacto possível.
O processo é rápido e segue um fluxo bem definido:
- Acionamento imediato: o segurado comunica o incidente à seguradora.
- Atuação técnica especializada: equipes de perícia e segurança entram em ação para investigar a origem e conter o ataque.
- Mitigação e recuperação: são executadas medidas emergenciais para restabelecer sistemas e proteger dados.
- Reembolso e suporte jurídico: os custos elegíveis são ressarcidos e o cliente recebe apoio legal e estratégico durante a gestão da crise.
Antes mesmo de qualquer incidente, a Protech Hub atua de forma preventiva, realizando análises de riscos digitais e emitindo relatórios técnicos com as recomendações mais apropriadas que orientam a contratação da apólice Cyber mais apropriada.
Durante o sinistro, a empresa acompanha todo o processo, garantindo comunicação ágil entre cliente e seguradora com suporte especializado em tempo real.
Essa abordagem transforma o seguro em uma ferramenta de resiliência, não apenas de indenização. Então, o resultado é uma resposta coordenada, que preserva dados, reputação e operação — pilares centrais da cibersegurança moderna.
Quais são os principais riscos e aplicações do seguro cyber por segmento?
Cada setor enfrenta riscos digitais próprios. Por isso, o seguro cibernético deve ser configurado conforme o tipo de dado tratado, o nível de exposição e a criticidade das operações.
Assim, entender as vulnerabilidades de cada área é essencial para garantir uma defesa cibernética eficiente e evitar brechas financeiras ou legais.
O seguro cibernético no setor de Saúde
O segmento de saúde está entre os mais visados por cibercriminosos devido ao alto valor dos dados sensíveis de pacientes.
No Brasil, o ransomware KillSec invadiu um fornecedor de software médico e expôs prontuários e laudos de pacientes.
Relatórios do Health-ISAC também apontam vulnerabilidades recorrentes em VPNs e credenciais comprometidas em redes hospitalares.
Nesse contexto, o seguro cibernético cobre custos de resposta a incidentes, perícia forense e restauração de sistemas, além de multas e indenizações previstas pela LGPD.
Ele também ajuda a preservar a reputação institucional em casos de divulgação indevida de informações médicas.
O seguro cibernético no setor Jurídico
Escritórios de advocacia concentram grandes volumes de informações confidenciais, o que os torna alvos frequentes de crimes cibernéticos, como ransomware e extorsões digitais.
A exposição de documentos sigilosos pode comprometer processos e relações com clientes.
Dessa forma, uma apólice bem desenhada garante a cobertura para custos de notificação, defesa e gestão de crise — um diferencial oferecido pela Protech Hub, que integra proteção legal e tecnológica em uma única estrutura.
O seguro cibernético no setor Financeiro
O setor financeiro lidera o volume de ataques digitais.
Segundo estudo da DeepStrike (2025), 30,9% dos ataques de phishing no primeiro trimestre tiveram como alvo instituições de pagamento.
Além do phishing, há ameaças relacionadas à engenharia social, fraudes internas e ataques a APIs.
Logo, ter o suporte de seguro cibernético reduz o impacto dessas falhas operacionais, cobre perdas por paralisação e reforça a conformidade regulatória, garantindo a continuidade das transações e a confiança do mercado.
O seguro cibernético no Varejo e E-commerce
Com a digitalização das vendas, o varejo tornou-se um dos alvos preferenciais de ransomwares e e-skimming.
Visto que, apenas em 2025, o setor registrou aumento de 58% nos ataques de ransomware no segundo trimestre em relação ao primeiro.
Esses incidentes afetam diretamente a receita e a imagem da marca.
O seguro cibernético pode oferecer cobertura para lucros cessantes, recuperação de sistemas e gestão de imagem pública, protegendo a operação e a experiência do cliente em períodos críticos.
O seguro cibernético na Indústria e Manufatura
A indústria, cada vez mais conectada por sistemas OT e IoT, enfrenta riscos que extrapolam o ambiente digital.
Credenciais industriais comprometidas chegam a valer entre US$ 4 mil e US$ 70 mil no mercado negro, conforme estudo da Positive Technologies.
Portanto, um ataque pode paralisar linhas inteiras de produção e causar prejuízos milionários.
Em conjunto com a análise técnica da Protech Hub, a cobertura do seguro cyber se adapta à complexidade das operações industriais, reduzindo riscos e fortalecendo a continuidade produtiva.
Qual é o papel da Protech Hub com o seguro cibernético?
A Protech Hub atua como corretora especializada em seguros de cibersegurança, conectando empresas às principais seguradoras do mercado.
Assim, diferente de uma seguradora, o foco está em compreender o ambiente digital do cliente, mapear vulnerabilidades e propor soluções personalizadas que unem cobertura financeira, suporte técnico e respaldo jurídico.
O grande diferencial está na integração entre consultoria, corretagem e gestão de risco. A empresa oferece uma visão completa do cenário de ameaças e traduz esse diagnóstico em apólices eficazes. Assim, cada proposta é construída com base em critérios técnicos e operacionais, garantindo que o seguro realmente cubra os riscos críticos do negócio.
A Protech Hub mantém parceria com seguradoras reconhecidas, como AIG, Tokio Marine, Allianz , Chubb, dentre outras, ampliando as opções de cobertura e negociando condições vantajosas para cada tipo de empresa.
Essa abordagem transforma o seguro cibernético em uma decisão estratégica, e não apenas contratual.
Por que cada empresa precisa agir agora para se proteger dos riscos cibernéticos?
Os ataques digitais deixaram de ser exceções e passaram a representar uma questão de sobrevivência corporativa.
Ou seja, cada minuto de inatividade, cada dado perdido e cada processo paralisado têm um custo crescente — financeiro e reputacional. Muitas empresas só percebem o impacto real depois que a ofensiva acontece, quando já é tarde para reagir sem preparo.
Assim, mais do que evitar incidentes, o seguro cibernético é uma ferramenta de resiliência empresarial. Ele assegura que sua operação continue mesmo diante de uma crise e protege o que realmente sustenta o negócio: a confiança.
A escolha é estratégica — entre esperar o ataque ou se antecipar a ele.
Proteja seu negócio com quem entende de cibersegurança e gestão de risco.




