A importância do seguro cibernético em diferentes segmentos de mercado

Reunião em um ambiente empresarial discutindo medidas de segurança cibernética aprimoradas para proteger dados digitais contra ameaças online.

Ataques cibernéticos já deixaram de ser exceções e passaram a representar uma ameaça constante ao funcionamento das empresas, seja das startups até as grandes corporações.

Os prejuízos vão muito além da perda de dados. Envolvem também a paralisação de operações, danos à reputação e multas milionárias.

É nesse contexto que o seguro cibernético ganha protagonismo como um instrumento estratégico de continuidade de negócios.

Cada setor, porém, enfrenta vulnerabilidades próprias — da saúde ao e-commerce, da indústria ao setor jurídico.

Entender essas diferenças é o primeiro passo para estruturar uma proteção eficaz e personalizada.
Descubra como o seguro cibernético se adapta à realidade do seu setor.

O que é o seguro cibernético e por que ele se tornou essencial?

O seguro cibernético (ou seguro cyber) transfere o impacto financeiro e operacional de incidentes digitais para a seguradora via apólice. Ele é essencial porque ataques se tornaram frequentes, caros e imprevisíveis.

Coberturas mais comuns:

  • Responsabilidade civil: defesa jurídica, acordos e multas regulatórias (incluindo LGPD).
  • Interrupção de negócios: perda de lucro e despesas extras durante a paralisação.
  • Extorsão cibernética: apoio em ransomware, incluindo a negociação
  • Perícia forense: cobre os gastos de se investigar as origens do ataque cibernético.
  • Resposta a incidentes: contenção, restauração e gestão de crise.
  • Roubo de dados: notificação, monitoramento de crédito e comunicação a afetados.

Esses incidentes cresceram e ampliaram o risco legal e reputacional. A LGPD prevê multas que podem chegar a R$ 50 milhões por infração. Uma hora de sistema parado custa caro e corrói confiança.

Sua empresa suportaria um vazamento somado a dias de inatividade?

A apólice integra toda a estratégia de gestão de riscos e a continuidade de negócios. Ela financia a resposta imediata, sustenta RTO/RPO, e reduz volatilidade de caixa em crises. O resultado é resiliência mensurável e governança sólida.

Empresas de setores críticos já consideram o seguro cibernético um componente indispensável da governança digital.

A importância do seguro cibernético vem crescendo a ponto de entrar na pauta regulatória nacional.

O Banco Central do Brasil, por exemplo, já determinou a obrigatoriedade da contratação de seguro cyber para instituições financeiras e prestadores de serviços de tecnologia da informação para empresas que prestam serviços-chave de IT.

A proposta visa garantir que incidentes de segurança não gerem riscos sistêmicos para o mercado e que as empresas disponham de mecanismos financeiros de resposta.

Esse movimento reforça que o seguro cibernético deixou de ser apenas uma medida preventiva e se tornou parte fundamental da governança digital e da resiliência operacional corporativa.

Imagem de uma loja com destaque para a empresa JBS, relacionada a ataques cibernéticos e segurança digital, destacando o impacto financeiro de US$ 11 milhões. Essa imagem enfatiza a importância do seguro cibernético contra ataques hackers.

Como o seguro cibernético funciona na prática?

Mais do que uma apólice, o seguro cibernético funciona como um plano de resposta estruturado.

Quando ocorre um ataque, a prioridade é conter o dano, restaurar os sistemas e garantir a continuidade operacional com o menor impacto possível.

O processo é rápido e segue um fluxo bem definido:

  1. Acionamento imediato: o segurado comunica o incidente à seguradora.
  2. Atuação técnica especializada: equipes de perícia e segurança entram em ação para investigar a origem e conter o ataque.
  3. Mitigação e recuperação: são executadas medidas emergenciais para restabelecer sistemas e proteger dados.
  4. Reembolso e suporte jurídico: os custos elegíveis são ressarcidos e o cliente recebe apoio legal e estratégico durante a gestão da crise.

Antes mesmo de qualquer incidente, a Protech Hub atua de forma preventiva, realizando análises de riscos digitais e emitindo relatórios técnicos com as recomendações mais apropriadas que orientam a contratação da apólice Cyber mais apropriada.

Durante o sinistro, a empresa acompanha todo o processo, garantindo comunicação ágil entre cliente e seguradora com suporte especializado em tempo real.

Essa abordagem transforma o seguro em uma ferramenta de resiliência, não apenas de indenização. Então, o resultado é uma resposta coordenada, que preserva dados, reputação e operação — pilares centrais da cibersegurança moderna.

Quais são os principais riscos e aplicações do seguro cyber por segmento?

Cada setor enfrenta riscos digitais próprios. Por isso, o seguro cibernético deve ser configurado conforme o tipo de dado tratado, o nível de exposição e a criticidade das operações.

Assim, entender as vulnerabilidades de cada área é essencial para garantir uma defesa cibernética eficiente e evitar brechas financeiras ou legais.

O seguro cibernético no setor de Saúde

O segmento de saúde está entre os mais visados por cibercriminosos devido ao alto valor dos dados sensíveis de pacientes.

No Brasil, o ransomware KillSec invadiu um fornecedor de software médico e expôs prontuários e laudos de pacientes.

Relatórios do Health-ISAC também apontam vulnerabilidades recorrentes em VPNs e credenciais comprometidas em redes hospitalares.

Nesse contexto, o seguro cibernético cobre custos de resposta a incidentes, perícia forense e restauração de sistemas, além de multas e indenizações previstas pela LGPD.

Ele também ajuda a preservar a reputação institucional em casos de divulgação indevida de informações médicas.

O seguro cibernético no setor Jurídico

Escritórios de advocacia concentram grandes volumes de informações confidenciais, o que os torna alvos frequentes de crimes cibernéticos, como ransomware e extorsões digitais.

A exposição de documentos sigilosos pode comprometer processos e relações com clientes.

Dessa forma, uma apólice bem desenhada garante a cobertura para custos de notificação, defesa e gestão de crise — um diferencial oferecido pela Protech Hub, que integra proteção legal e tecnológica em uma única estrutura.

O seguro cibernético no setor Financeiro

O setor financeiro lidera o volume de ataques digitais.

Segundo estudo da DeepStrike (2025), 30,9% dos ataques de phishing no primeiro trimestre tiveram como alvo instituições de pagamento.

Além do phishing, há ameaças relacionadas à engenharia social, fraudes internas e ataques a APIs.

Logo, ter o suporte de seguro cibernético reduz o impacto dessas falhas operacionais, cobre perdas por paralisação e reforça a conformidade regulatória, garantindo a continuidade das transações e a confiança do mercado.

O seguro cibernético no Varejo e E-commerce

Com a digitalização das vendas, o varejo tornou-se um dos alvos preferenciais de ransomwares e e-skimming.

Visto que, apenas em 2025, o setor registrou aumento de 58% nos ataques de ransomware no segundo trimestre em relação ao primeiro.

Esses incidentes afetam diretamente a receita e a imagem da marca.

O seguro cibernético pode oferecer cobertura para lucros cessantes, recuperação de sistemas e gestão de imagem pública, protegendo a operação e a experiência do cliente em períodos críticos.

O seguro cibernético na Indústria e Manufatura

A indústria, cada vez mais conectada por sistemas OT e IoT, enfrenta riscos que extrapolam o ambiente digital.

Credenciais industriais comprometidas chegam a valer entre US$ 4 mil e US$ 70 mil no mercado negro, conforme estudo da Positive Technologies.

Portanto, um ataque pode paralisar linhas inteiras de produção e causar prejuízos milionários.

Em conjunto com a análise técnica da Protech Hub, a cobertura do seguro cyber se adapta à complexidade das operações industriais, reduzindo riscos e fortalecendo a continuidade produtiva.

Infográfico sobre a vulnerabilidade de empresas digitais à invasão de dados, destacando a necessidade do seguro cibernético com o exemplo da Vivara.

Qual é o papel da Protech Hub com o seguro cibernético?

A Protech Hub atua como corretora especializada em seguros de cibersegurança, conectando empresas às principais seguradoras do mercado.

Assim, diferente de uma seguradora, o foco está em compreender o ambiente digital do cliente, mapear vulnerabilidades e propor soluções personalizadas que unem cobertura financeira, suporte técnico e respaldo jurídico.

O grande diferencial está na integração entre consultoria, corretagem e gestão de risco. A empresa oferece uma visão completa do cenário de ameaças e traduz esse diagnóstico em apólices eficazes. Assim, cada proposta é construída com base em critérios técnicos e operacionais, garantindo que o seguro realmente cubra os riscos críticos do negócio.

A Protech Hub mantém parceria com seguradoras reconhecidas, como AIG, Tokio Marine, Allianz , Chubb, dentre outras, ampliando as opções de cobertura e negociando condições vantajosas para cada tipo de empresa.

Essa abordagem transforma o seguro cibernético em uma decisão estratégica, e não apenas contratual.

Por que cada empresa precisa agir agora para se proteger dos riscos cibernéticos?

Os ataques digitais deixaram de ser exceções e passaram a representar uma questão de sobrevivência corporativa.

Ou seja, cada minuto de inatividade, cada dado perdido e cada processo paralisado têm um custo crescente — financeiro e reputacional. Muitas empresas só percebem o impacto real depois que a ofensiva acontece, quando já é tarde para reagir sem preparo.

Assim, mais do que evitar incidentes, o seguro cibernético é uma ferramenta de resiliência empresarial. Ele assegura que sua operação continue mesmo diante de uma crise e protege o que realmente sustenta o negócio: a confiança.

A escolha é estratégica — entre esperar o ataque ou se antecipar a ele.
Proteja seu negócio com quem entende de cibersegurança e gestão de risco.

Imagem com a ilustração de uma pessoa apontando para um escudo de proteção digital, com texto sobre preparação para ameaças cibernéticas e diagnóstico gratuito.