
- 9 de outubro de 2025
- Segurança Digital
O Banco Central acaba de redefinir as regras para todas as empresas de tecnologia que prestam serviços a instituições financeiras.
A criação da categoria PSTI (Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação) estabelece que, até maio de 2026, será obrigatório atender a uma série de exigências de credenciamento — entre elas, a contratação de seguro de responsabilidade civil e riscos operacionais com cobertura para incidentes de segurança cibernética.
Dessa forma, isso significa que o seguro cibernético para fornecedores deixa de ser uma medida opcional e passa a ser um requisito regulatório.
Logo, as empresas que não se adequarem arriscam perder credibilidade, contratos estratégicos e espaço em um mercado cada vez mais competitivo.
A pergunta que se impõe é clara: sua organização já está preparada para cumprir essa nova obrigação sem comprometer a operação?
O que muda com a criação dos PSTIs?
A criação da categoria PSTI (Prestador de Serviço de Tecnologia da Informação) muda a forma como empresas de tecnologia se relacionam com instituições financeiras.
A partir de agora, não basta oferecer serviços de TI: é preciso comprovar solidez financeira, governança e segurança operacional para manter contratos e credibilidade no setor.
Entre os requisitos definidos pelo Banco Central para credenciamento, destacam-se:
- Capital social mínimo de R$ 15 milhões;
- Diretores com qualificações técnicas específicas para a área de atuação;
- Auditoria externa anual obrigatória, com foco em segurança da informação e prevenção à lavagem de dinheiro, quando aplicável;
- Contratação de seguro de responsabilidade civil e riscos operacionais, incluindo cobertura para incidentes de fraude e segurança cibernética;
- Plano de Continuidade de Negócios (PCN) com testes periódicos e comprovação anual.
Essas exigências reforçam uma mensagem clara: o seguro cibernético não é um detalhe burocrático, mas um eixo central da conformidade regulatória.
Afinal, como proteger a operação financeira sem garantir cobertura adequada contra ataques digitais, vazamentos de dados ou fraudes?
As empresas que já adotam políticas de governança e gestão de riscos terão vantagem no credenciamento. Logo, quem ainda não se estruturou precisa iniciar imediatamente o processo de adequação.
O impacto da obrigatoriedade do seguro cibernético pelo Banco Central no mercado
A exigência do Banco Central deve remodelar o mercado de seguros e cibersegurança no Brasil.
A partir da obrigatoriedade, a procura por seguro cibernético para fornecedores e prestadores de TI crescerá de forma acelerada, criando padrões de contratação e avaliação de riscos.
Essa mudança impacta diretamente empresas que oferecem tecnologia para instituições financeiras. Afinal, sem adequação até 2026, fornecedores podem ser descredenciados e perder contratos estratégicos.
Mesmo que o prazo pareça distante, a preparação adequada exige tempo e decisões precisas.
A transformação não está apenas na formalidade regulatória, mas na forma como o setor se organiza.
Assim, a contratação de apólices robustas deve impulsionar:
- Adoção de políticas mais maduras de governança digital;
- Demanda crescente por auditorias especializadas;
- Maior valorização de empresas que já possuem planos de continuidade testados;
- Reestruturação das corretoras e seguradoras para atender ao novo padrão.
Sua empresa está pronta para competir nesse novo cenário?
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Mais que exigência legal: oportunidade para fortalecer a segurança
Estar em conformidade não basta. Logo, o verdadeiro diferencial está em transformar a obrigatoriedade do seguro cibernético pelo Banco Central em estratégia de resiliência.
As empresas que tratam o seguro apenas como burocracia regulatória podem perder a oportunidade de elevar seus padrões de resiliência.
Incidentes como ransomware, phishing ou vazamentos de dados se tornaram mais frequentes e mais caros.
Por isso, contar apenas com controles técnicos já não é suficiente. Uma apólice robusta garante recursos imediatos para resposta a crises,
Como a Protech Hub pode acelerar sua adequação?
A adequação às exigências do Banco Central exige conhecimento especializado e apoio estratégico.
Portanto, é exatamente nesse ponto que a Protech Hub se diferencia como parceira.
Entre os principais benefícios estão:
- Experiência exclusiva em seguros de cibersegurança, conectando cobertura financeira robusta com gestão avançada de riscos;
- Respaldo jurídico para executivos, com suporte regulatório em crises;
- Diagnóstico gratuito de riscos digitais, identificando vulnerabilidades críticas antes da contratação da apólice;
- Apoio na comprovação de capacidade técnico-operacional, requisito para o credenciamento junto ao Banco Central.
Mais que entregar uma apólice, a Protech Hub ajuda sua empresa a transformar conformidade regulatória em resiliência estratégica.
Cumprir a norma é apenas o primeiro passo
A obrigatoriedade do seguro cibernético pelo Banco Central para fornecedores de TI marca um divisor de águas no relacionamento entre empresas de tecnologia e instituições financeiras. Assim, até maio de 2026, quem não se adequar pode perder contratos estratégicos e espaço em um mercado cada vez mais competitivo.
Mas reduzir essa exigência a um simples checklist regulatório é um erro. Pois, a medida abre a chance de fortalecer a governança digital, proteger executivos contra responsabilidades jurídicas e garantir continuidade operacional diante de ataques cada vez mais sofisticados.
O futuro da segurança não está em evitar riscos a qualquer custo, mas em ter os recursos adequados para responder a eles.
A Protech Hub está preparada para ser sua parceira nesse processo. Com experiência em seguros de cibersegurança, respaldo jurídico e diagnóstico gratuito de riscos digitais, a empresa ajuda sua organização a transformar exigências regulatórias em vantagem competitiva.
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