Seguro cibernético agora é obrigatório pelo Banco Central: sua empresa já está preparada?

Homem de terno usando tablet em ambiente moderno com destaque para o banco central do Brasil e o tema de seguro cibernético obrigatório pelo Banco Central.

O Banco Central acaba de redefinir as regras para todas as empresas de tecnologia que prestam serviços a instituições financeiras.  

A criação da categoria PSTI (Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação) estabelece que, até maio de 2026, será obrigatório atender a uma série de exigências de credenciamento — entre elas, a contratação de seguro de responsabilidade civil e riscos operacionais com cobertura para incidentes de segurança cibernética. 

Dessa forma, isso significa que o seguro cibernético para fornecedores deixa de ser uma medida opcional e passa a ser um requisito regulatório. 

Logo, as empresas que não se adequarem arriscam perder credibilidade, contratos estratégicos e espaço em um mercado cada vez mais competitivo.  

A pergunta que se impõe é clara: sua organização já está preparada para cumprir essa nova obrigação sem comprometer a operação? 

O que muda com a criação dos PSTIs? 

A criação da categoria PSTI (Prestador de Serviço de Tecnologia da Informação) muda a forma como empresas de tecnologia se relacionam com instituições financeiras.  

A partir de agora, não basta oferecer serviços de TI: é preciso comprovar solidez financeira, governança e segurança operacional para manter contratos e credibilidade no setor. 

Entre os requisitos definidos pelo Banco Central para credenciamento, destacam-se: 

  • Capital social mínimo de R$ 15 milhões; 
  • Diretores com qualificações técnicas específicas para a área de atuação; 
  • Auditoria externa anual obrigatória, com foco em segurança da informação e prevenção à lavagem de dinheiro, quando aplicável; 
  • Contratação de seguro de responsabilidade civil e riscos operacionais, incluindo cobertura para incidentes de fraude e segurança cibernética; 
  • Plano de Continuidade de Negócios (PCN) com testes periódicos e comprovação anual. 

Essas exigências reforçam uma mensagem clara: o seguro cibernético não é um detalhe burocrático, mas um eixo central da conformidade regulatória 

Afinal, como proteger a operação financeira sem garantir cobertura adequada contra ataques digitais, vazamentos de dados ou fraudes? 

As empresas que já adotam políticas de governança e gestão de riscos terão vantagem no credenciamento. Logo, quem ainda não se estruturou precisa iniciar imediatamente o processo de adequação. 

O impacto da obrigatoriedade do seguro cibernético pelo Banco Central no mercado 

A exigência do Banco Central deve remodelar o mercado de seguros e cibersegurança no Brasil.  

A partir da obrigatoriedade, a procura por seguro cibernético para fornecedores e prestadores de TI crescerá de forma acelerada, criando padrões de contratação e avaliação de riscos. 

Essa mudança impacta diretamente empresas que oferecem tecnologia para instituições financeiras. Afinal, sem adequação até 2026, fornecedores podem ser descredenciados e perder contratos estratégicos.  

Mesmo que o prazo pareça distante, a preparação adequada exige tempo e decisões precisas. 

A transformação não está apenas na formalidade regulatória, mas na forma como o setor se organiza.  

Assim, a contratação de apólices robustas deve impulsionar: 

  • Adoção de políticas mais maduras de governança digital; 
  • Demanda crescente por auditorias especializadas; 
  • Maior valorização de empresas que já possuem planos de continuidade testados; 
  • Reestruturação das corretoras e seguradoras para atender ao novo padrão. 

Sua empresa está pronta para competir nesse novo cenário? 

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Mais que exigência legal: oportunidade para fortalecer a segurança 

Estar em conformidade não basta. Logo, o verdadeiro diferencial está em transformar a obrigatoriedade do seguro cibernético pelo Banco Central em estratégia de resiliência.  

As empresas que tratam o seguro apenas como burocracia regulatória podem perder a oportunidade de elevar seus padrões de resiliência. 

Incidentes como ransomware, phishing ou vazamentos de dados se tornaram mais frequentes e mais caros.  

Por isso, contar apenas com controles técnicos já não é suficiente. Uma apólice robusta garante recursos imediatos para resposta a crises,  

Como a Protech Hub pode acelerar sua adequação? 

A adequação às exigências do Banco Central exige conhecimento especializado e apoio estratégico.  

Portanto, é exatamente nesse ponto que a Protech Hub se diferencia como parceira. 

Entre os principais benefícios estão: 

  • Experiência exclusiva em seguros de cibersegurança, conectando cobertura financeira robusta com gestão avançada de riscos; 
  • Respaldo jurídico para executivos, com suporte regulatório em crises; 
  • Diagnóstico gratuito de riscos digitais, identificando vulnerabilidades críticas antes da contratação da apólice; 
  • Apoio na comprovação de capacidade técnico-operacional, requisito para o credenciamento junto ao Banco Central. 

Mais que entregar uma apólice, a Protech Hub ajuda sua empresa a transformar conformidade regulatória em resiliência estratégica. 

Cumprir a norma é apenas o primeiro passo 

A obrigatoriedade do seguro cibernético pelo Banco Central para fornecedores de TI marca um divisor de águas no relacionamento entre empresas de tecnologia e instituições financeiras. Assim, até maio de 2026, quem não se adequar pode perder contratos estratégicos e espaço em um mercado cada vez mais competitivo. 

Mas reduzir essa exigência a um simples checklist regulatório é um erro. Pois, a medida abre a chance de fortalecer a governança digital, proteger executivos contra responsabilidades jurídicas e garantir continuidade operacional diante de ataques cada vez mais sofisticados.  

O futuro da segurança não está em evitar riscos a qualquer custo, mas em ter os recursos adequados para responder a eles. 

A Protech Hub está preparada para ser sua parceira nesse processo. Com experiência em seguros de cibersegurança, respaldo jurídico e diagnóstico gratuito de riscos digitais, a empresa ajuda sua organização a transformar exigências regulatórias em vantagem competitiva. 

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