A sua empresa em risco: 15 tipos de ataques cibernéticos que podem te atingir

Sua empresa está sofrendo um ataque virtual nesse momento ou será muito em breve.  

Existem diversos tipos de ataques cibernéticos que representam uma grande ameaça do século XXI, capazes de abalar estruturas corporativas, governamentais e, inclusive, a segurança de pessoas comuns.  

Seja um simples golpe de phishing ou uma complexa invasão a redes inteiras, o cibercrime evolui (e segue evoluindo!) de modo assustador. Com a crescente digitalização, nossa dependência de serviços online aumenta e, com ela, a vulnerabilidade a incidentes virtuais. 

Dessa forma, hackers encontram infinitas possibilidades para explorar fraquezas, causando desde danos financeiros até perdas de reputação. Mas nem tudo está perdido. 

Entender como esses ataques acontecem e quais recursos utilizam ajuda a construir defesas mais robustas, tanto para usuários domésticos quanto para grandes empresas. Portanto, prepare o café e aproveite a leitura! 

 

O que são ataques cibernéticos? 

Ataques cibernéticos são ações deliberadas por agentes mal-intencionados com o objetivo de comprometer – ou até sequestrar – a segurança de dados e serviços digitais. 

Na maioria das vezes, esses ataques se utilizam de vulnerabilidades técnicas ou falhas comportamentais de usuários para obter acesso não autorizado a sistemas, redes ou dispositivos. 

Os invasores podem ser pessoas, grupos de cibercriminosos e até mesmo governos, utilizando técnicas como engenharia social, exploração de brechas de segurança em softwares, interceptação de comunicações e ataques de negação de serviço, entre outros métodos.  

À medida que a tecnologia avança e nossas vidas se tornam cada vez mais conectadas, a amplitude e complexidade dos ataques cibernéticos também aumentam. 

 

O que os criminosos virtuais querem? 

Criminosos virtuais atuam com diversas motivações, mas, em geral, buscam algum tipo de ganho ou vantagem ilícita. Muitos almejam lucro financeiro, seja por meio de roubo de dados bancários, extorsão ou venda de informações pessoais.  

Outros visam simplesmente prejudicar concorrentes ou inimigos políticos, provocando instabilidade, espionando segredos corporativos ou vazando dados confidenciais para causar danos à reputação de indivíduos e organizações. 

Além disso, há grupos de hackers que executam ataques para demonstrar poder, habilidades ou até mesmo protestar contra determinado sistema ou entidade, buscando chamar atenção para causas específicas.  

Nesse contexto, a motivação pode variar entre questões ideológicas, políticas ou até mesmo pessoais.  

Independentemente do motivo, tais ações representam graves riscos à privacidade, à segurança digital e ao funcionamento de instituições, tornando imprescindível a adoção de boas práticas de cibersegurança e a conscientização dos usuários. 

 

Quais os impactos dos ataques cibernéticos nas empresas? 

Os impactos podem ser tanto reputacionais como financeiros; em termos de custos financeiros, esses incidentes podem resultar em perdas diretas (como desvio de valores ou resgate exigido em casos de ransomware) e indiretas (paralisação das atividades, queda de produtividade e investimentos emergenciais em segurança).  

Além disso, a reputação também é afetada: um ciberataque bem-sucedido pode abalar a confiança de clientes, parceiros e investidores, prejudicando a credibilidade construída ao longo dos anos. 

No âmbito operacional, a indisponibilidade de sistemas e serviços provoca interrupções nas rotinas internas de empresas, o que compromete prazos de entrega de produtos e serviços, além de demandar esforços de recuperação e contingência.  

Outro ponto crítico é o vazamento de dados, que acarreta responsabilidades legais em relação a leis de proteção de dados (como a LGPD no Brasil e o GDPR na Europa), expondo a empresa a multas e sanções.  

Um dos exemplos mais recentes é o caso do Banco Neon: os dados pessoais de 30 milhões de brasileiros foram vazados por um hacker que se autodenomina como ‘Pegasus’. 

Neste caso, segundo um especialista, dependendo da gravidade, a ANPD pode aplicar sanções como multas de até 2% do faturamento da empresa, limitadas a R$ 50 milhões por infração, advertências e determinações de correção imediata das falhas de segurança. 

Diante desses riscos, torna-se fundamental adotar políticas robustas de segurança da informação e programas de capacitação para funcionários. 

 

Ataques virtuais no Brasil e no mundo: um cenário de risco 

Ao observar o cenário global de cibersegurança, fica evidente que os tipos de ataques cibernéticos não conhecem fronteiras. Organizações de todos os setores e tamanhos sofrem constantes tentativas de invasão, e o Brasil não fica de fora desse contexto.  

O Brasil está entre as nações com maior número de ataques cibernéticos, evidenciando vulnerabilidades em redes corporativas, órgãos públicos e até sistemas de infraestrutura crítica. 

Segundo o Panorama de Ameaças para a América Latina 2024, somente no último ano, o Brasil registrou 700 milhões de tipos de ataques cibernéticos, totalizando 1.379 por minuto

E é a evolução da tecnologia que representa a maior ameaça: segundo a ESET, os famosos golpes de deepfake cresceram 335% somente no último semestre de 2024. Este aumento vertiginoso foi registrado no mundo todo, de junho a novembro de 2024. 

 

15 tipos de ataques cibernéticos que podem atingir seu negócio 

Bom, já falamos sobre o cenário de ciberataques no mundo e no Brasil, mas agora vamos aos principais tipos de ataques cibernéticos que acometem o mundo todo! 

1. Ransomware 

Em um ataque ransomware, o sistema da vítima é mantido como refém até que ela concorde em pagar um resgate ao cibercriminoso. Uma vez que o pagamento é enviado, teoricamente, o invasor fornece instruções sobre como a vítima pode recuperar o controle do computador. 

Como o ataque ocorre? O alvo precisa fazer download de algum arquivo infectado, seja diretamente de um site ou um e-mail. Uma vez baixado, o ransomware criptografa a estação de trabalho da vítima, de forma a verdadeiramente sequestrar o acesso. 

Portanto, é importante que os usuários fiquem atentos aos sites que visitam e aos links em que clicam. Uma forma de evitar tais ataques é utilizando um firewall de última geração, que pode realizar inspeções profundas usando inteligência artificial, por exemplo. 

2. Malware  

Um malware é um programa ou código malicioso com o objetivo de causar danos à computadores, redes ou servidores.  

Este é o tipo de ataque cibernético mais tradicional, principalmente porque o termo malware engloba muitos subconjuntos de ataques, como ransomware, cavalos de troia, spyware, vírus, worms, keyloggers, bots, cryptojacking e qualquer outro tipo de ataque cibernético que utiliza software de forma maliciosa. 

 
Tipos de malware 
 
Descrição 
 Ransomware Em um ataque de ransomware, o invasor criptografa os dados da vítima e oferece a chave de descriptografia em troca de pagamento.     
 
 
 
Fileless Malware 
O Fileless malware é um tipo de atividade maliciosa que utiliza ferramentas nativas e legítimas do sistema para executar um ataque cibernético. Diferentemente de malwares tradicionais, não requer a instalação de qualquer código no sistema-alvo, o que torna sua detecção mais complexa.     
Spyware    Spyware é um software indesejado e malicioso que infecta um computador ou outro dispositivo para coletar informações sobre a atividade online do usuário sem seu conhecimento ou consentimento.    
Adware Adware é uma forma de spyware que monitora a atividade online do usuário para determinar quais anúncios exibir. Embora não seja inerentemente malicioso, ele pode afetar o desempenho do dispositivo e prejudicar a experiência de navegação.    
Trojan    Trojan é um malware que se disfarça de software legítimo, como programas nativos do sistema ou arquivos aparentemente inofensivos. Normalmente é instalado por técnicas de engenharia social (phishing ou sites isca). Uma variante notável, o Zeus Trojan, busca acessar informações financeiras e conectar máquinas a uma botnet.    
Worms Worm é um programa autônomo que se replica e espalha suas cópias para outros computadores. Pode infectar seu alvo por meio de vulnerabilidades de software ou ser distribuído por phishing ou smishing. Worms podem modificar e excluir arquivos, injetar mais malware ou se replicar até que os recursos do sistema sejam esgotados.    
Rootkits    Rootkits são conjuntos de softwares criados para fornecer controle de rede ou aplicativo a invasores. Uma vez ativados, configuram uma backdoor para potencialmente entregar mais malware. Já os bootkits infectam o registro de inicialização antes mesmo do carregamento do sistema operacional, dificultando ainda mais sua detecção.    
Mobile Malware    Mobile malware é qualquer tipo de malware desenvolvido para atingir dispositivos móveis. Geralmente é distribuído por meio de downloads maliciosos, vulnerabilidades do sistema operacional, phishing, smishing e uso de redes Wi-Fi sem segurança.    
Exploits    Um exploit é um software ou conjunto de dados que se aproveita de uma falha em um sistema operacional ou aplicativo para conceder acesso a agentes não autorizados. Pode ser usado para instalar mais malware ou roubar dados.    
Keylogger    Keyloggers são ferramentas que registram tudo o que é digitado em um dispositivo. Embora existam usos legítimos, muitos são maliciosos. Em um ataque de keylogger, cada tecla pressionada no dispositivo da vítima é registrada e enviada ao invasor, permitindo a captura de informações sensíveis.    

3. Ataque de Negação de Serviço (DDoS – DoS) 

Um ataque de negação de serviço (DoS) é projetado para sobrecarregar os recursos de um sistema a ponto de ele não conseguir responder a solicitações legítimas de serviço.  

Já um ataque de negação de serviço distribuído (DDoS) é semelhante, pois também busca esgotar os recursos de um sistema. Um ataque DDoS é iniciado por uma vasta rede de máquinas infectadas por malware, controladas pelo invasor.  

Esses ataques são chamados de “negação de serviço” porque o site da vítima fica incapaz de fornecer serviço às pessoas que tentam acessá-lo. 

Ataques DoS e DDoS se diferenciam de outros tipos de ataques cibernéticos que permitem ao invasor obter acesso a um sistema ou expandir o acesso que já possui. Nesses casos, o invasor se beneficia diretamente de suas ações.  

O objetivo de ataques DoS e DDoS é simplesmente interromper a eficácia do serviço do alvo. Se o invasor for contratado por um concorrente comercial, poderá se beneficiar financeiramente de seus esforços. 

4. Phishing 

Um ataque phishing ocorre quando um agente malicioso manda um email que parece legítimo e confiável, com a finalidade de capturar informações sensíveis do alvo. 

Geralmente, estes ataques são combinados com engenharia social e ferramentas tecnológicas. 

Seu nome ‘phishing’ se dá pela ‘pesca’, pois os cibercriminosos disparam suas ‘iscas’ e esperam que as vítimas caiam no golpe. 

Como se prevenir? Certifique-se de somente acessar links que você tem a plena certeza de serem confiáveis e tenha muito cuidado ao sequer abrir e-mails estranhos ou de fontes desconhecidas. 

5. Spoofing 

Do verbo spoof, imitar ou fingir, o termo spoofiing em inglês é usado comumente para descrever falsificações. Na verdade, o spoofing é uma versão anterior ao golpe de phishing. Os cibercriminosos evoluíram e atualizam seus modus operandi.  

  • Tipos de spoofing: spoofing de ID, spoofing de e-mail, spoofing de DNS, spoofing de chamadas chamadas/SMS ou ligação. 

 

6. Spoofing de DNS (Falsificação de DNS) 

Com a falsificação de DNS (Domain Name System, ou DNS spoofing), um invasor altera os registros de DNS para direcionar o tráfego a um site falso ou “falsificado”.  

Uma vez no site fraudulento, a vítima pode inserir informações confidenciais que podem ser utilizadas ou vendidas pelo invasor.  

O invasor também pode construir um site de baixa qualidade com conteúdo depreciativo ou inflamatório para prejudicar a imagem de uma empresa concorrente. 

Em um ataque de falsificação de DNS, o invasor se aproveita do fato de que o usuário acredita estar visitando um site legítimo. Dessa forma, o usuário concede ao invasor a capacidade de cometer crimes em nome de uma empresa inocente, pelo menos do ponto de vista do visitante. 

Para evitar a falsificação de DNS, certifique-se de manter seus servidores DNS atualizados. Os invasores tentam explorar vulnerabilidades em servidores DNS, e as versões mais recentes dos softwares geralmente contêm correções que eliminam falhas conhecidas. 

7. Ataques baseados em identidade 

Ataques baseados em identidade consistem em estratégias onde os invasores exploram ou se passam por identidades legítimas para obter acesso não autorizado a sistemas, informações ou recursos.  

Esses ataques podem ocorrer por meio de técnicas como phishing, engenharia social, clonagem de identidades e uso de credenciais comprometidas.  

Ao se fazerem passar por usuários confiáveis, os criminosos virtuais conseguem burlar mecanismos de segurança e enganar tanto sistemas automatizados quanto pessoas, facilitando o acesso a dados sensíveis, transações fraudulentas ou até mesmo o controle total de contas e sistemas corporativos. 

A eficácia desses ataques depende da capacidade dos invasores de imitar características de uma identidade real, seja por meio de informações pessoais vazadas ou por meio de técnicas avançadas de falsificação. 

8. Ataques de injeção de código 

Ataques de injeção de código consistem na exploração de vulnerabilidades em aplicações que não validam adequadamente os dados de entrada.  

Nesse tipo de ataque, o invasor insere comandos ou trechos de código malicioso em campos de entrada – como formulários web – que, ao serem processados pelo sistema, podem alterar o comportamento normal da aplicação.  

Essa técnica é frequentemente utilizada em ataques de injeção SQL, onde o objetivo é manipular consultas a bancos de dados, ou em ataques de Cross-Site Scripting (XSS), que injetam scripts em páginas web visualizadas por outros usuários.  

As consequências podem variar desde o acesso não autorizado a informações confidenciais até a completa tomada de controle do sistema.  

Para prevenir esses ataques, é fundamental adotar práticas de codificação segura, validar e sanitizar todas as entradas de dados e utilizar consultas parametrizadas, minimizando assim as possibilidades de exploração dessas vulnerabilidades. 

9. Ataques de engenharia social 

Um ataque de engenharia social começa com o invasor descobrindo o que deseja de uma organização ou pessoa. Em seguida, ele estuda o comportamento ou os gostos e desgostos de um alvo para descobrir a melhor forma de explorá-lo.  

Dessa maneira, o hacker executa o ataque, de forma a tentar obter acesso a dados confidenciais ou a redes ou sistemas protegidos. 

Geralmente, a engenharia social é um método de premissa para ataques cibernéticos, um meio o qual hackers se utilizam para ganhar vantagem em relação às suas vítimas explorando fraquezas e vulnerabilidades. 

10. Ataques à cadeia de suprimentos 

Ataques à cadeia de suprimentos consistem na inserção de vulnerabilidades em produtos ou serviços durante sua fabricação, distribuição ou atualização.  

Nesse ataque, o invasor compromete um fornecedor, parceiro ou componente de software/hardware, infiltrando código malicioso ou explorando falhas de segurança antes mesmo de o produto chegar ao usuário final.  

Assim, esse tipo de ataque cibernético permite que o ameaça se propague silenciosamente por diversas organizações, uma vez que a confiança depositada nos fornecedores é explorada.  

As consequências podem ser devastadoras, afetando não apenas uma empresa, mas toda a rede de parceiros e clientes interligados. 

11. Riscos internos 

Às vezes, os maiores riscos vêm de dentro. As pessoas que trabalham internamente representam um perigo particular, pois geralmente têm acesso a uma variedade de sistemas e, em alguns casos, privilégios de administrador que lhes permitem realizar alterações críticas no sistema ou em suas políticas de segurança. 

Além disso, os membros da organização frequentemente possuem um conhecimento aprofundado sobre sua arquitetura de cibersegurança, bem como sobre a forma como a empresa reage às ameaças.  

Esse conhecimento pode ser utilizado para obter acesso a áreas restritas, alterar configurações de segurança ou deduzir o momento mais oportuno para conduzir um ataque. 

Uma das melhores maneiras de prevenir ameaças internas é limitar o acesso dos funcionários aos sistemas sensíveis apenas àqueles que realmente necessitam dele para desempenhar suas funções.  

Além disso, para os poucos que precisam de acesso, recomenda-se utilizar a autenticação multifator (MFA), que exigirá o uso de pelo menos um fator que o usuário conheça combinado com um item físico que possua para acessar o sistema sensível. 

12. Ataques de IoT 

Ataques de IoT referem-se a investidas cibernéticas direcionadas a dispositivos da Internet das Coisas, como câmeras de segurança, dispositivos domésticos inteligentes, wearables e sistemas de automação industrial.  

Esses dispositivos, muitas vezes configurados com padrões de segurança frágeis, senhas padrão ou firmware desatualizado, são verdadeiros alvos fáceis para invasores.  

Uma vez comprometidos, podem ser utilizados para criar botnets, que lançam ataques distribuídos ou para infiltrar redes corporativas e residenciais, ampliando o escopo do ataque.  

Além disso, invasores podem acessar informações sensíveis dos usuários ou manipular dispositivos para causar danos físicos ou interrupções de serviço. Cada vez mais, o campo de segurança cibernética para dispositivos IoT está crescendo e deve ser uma tendência. 

13. Ataques com Inteligência Artificial 

Ataques de IA representam uma nova fronteira no cibercrime, combinando algoritmos e aprendizado de máquina para identificar e explorar vulnerabilidades com precisão.  

Com o uso dessas tecnologias, invasores automatizam o reconhecimento de pontos fracos e ajustam suas táticas em tempo real, dificultando a detecção por métodos tradicionais de segurança.  

Além disso, a IA possibilita a criação de conteúdos falsificados, como deepfakes e e-mails de phishing personalizados, que enganam até mesmo usuários mais atentos.  

Essa capacidade de simulação e adaptação torna os ataques com IA extremamente perigosos, pois os criminosos podem aprender com cada tentativa e aperfeiçoar suas estratégias de invasão.  

Em resposta, é fundamental que as soluções de cibersegurança integrem tecnologias baseadas em IA para monitorar e antecipar ameaças, além de realizar análises comportamentais. 

14. Ataques de espionagem (MITM) 

Os ataques cibernéticos do tipo man-in-the-middle (MITM) ou ataques de espionagem, referem-se a brechas que possibilitam a um invasor espionaros dados enviados entre duas pessoas, redes ou computadores.  

É chamado de ataque “man in the middle” porque o invasor se posiciona no “meio” ou entre as duas partes que estão tentando se comunicar. Na realidade, o invasor está espionando a interação entre as duas partes. 

Neste tipo de ataque, as duas partes envolvidas sentem que estão se comunicando normalmente, sem intercorrências. O que elas não sabem é que a pessoa que está enviando a mensagem modifica ou acessa a mensagem de forma ilícita antes que ela chegue ao seu destino.  

Algumas maneiras de proteção você é utilizar criptografia forte nos pontos de acesso ou usar uma rede privada virtual (VPN). 

15. Ataque de Dia Zero (Zero Day) 

Um ataque de dia zero ocorre quando os hackers exploram a falha antes mesmo que os desenvolvedores tenham a chance de corrigi-la. 

O termo “zero-day” refere-se ao fato de que o fornecedor ou desenvolvedor acabou de tomar conhecimento da falha, o que significa que eles têm “zero dias” para corrigi-la. 

É comum que ataques de dia zero sejam acompanhadas das palavras vulnerabilidade, exploração e ataque, e é útil entender a diferença: 

  • Uma vulnerabilidade de dia zero é uma vulnerabilidade de software descoberta por invasores antes que o fornecedor tome conhecimento dela;  
  • Uma exploração de dia zero é o método que os hackers usam para atacar sistemas com uma vulnerabilidade não identificada anteriormente; 
  • Um ataque de dia zero é o uso de uma exploração de dia zero para causar danos ou roubar dados de um sistema afetado por uma vulnerabilidade. 

 

Foco em segurança digital: a chave para proteger seu negócio 

Estes tipos de ataques cibernéticos demonstram a complexidade e o dinamismo que a evolução dos cibercrimes toma.  

A conscientização sobre essas ameaças deve ser prioritária, com treinamentos constantes para todos os colaboradores. As empresas que priorizam a segurança cibernética criam um ambiente mais seguro para seus usuários e stakeholders.  

A Protech Hub se dedica a oferecer seguros contra ataques cibernéticos e insights valiosos que mantêm sua empresa um passo à frente das ameaças. Não deixe a proteção para depois: acompanhe nossas novidades e fortaleça sua defesa contra ataques! 

Recomendamos que sua organização preencha nossa ferramenta de diagnóstico de risco digital, isso irá ajudar na identificação de possíveis riscos que sua organização está exposta.  
 
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